Na onda de tons, ou melhor, de sombras !

February 27th, 2015 por

I am in love with Anastasia and, to make it more real, I am much into “please me”!

Traduzindo esta frase,  ler-se-ia: estou apaixonada pela Anastácia e para tornar isso mais real, estou na onda de “sastisfaça-me”.  As provas do que digo, estão nas fotos abaixo, que mostram como as interpretações podem ser variadas para determinada frase ou pensamento (mas aproveitando, realmente, estou de amores pela minha “contour pallete” da Anastasia e o batom da Mac “Please Me”):

Contour BatomPois bem, tenho a certeza que de imediato diriam:  ela está absolutamente envolvida ou influenciada pelo filme Cinquenta Tons de Cinza!

Mas não! Estariam todos equivocados, assim como se confundiu quem fez a bizarra tradução  para o português do romance que deu origem à película. Porém, esse  não é o meu caso, ao traduzir a afirmativa inicial.

“Fifty shades Grey” jamais poderia ter sido traduzido como o foi e, a única palavra original mantida é a do número 50. Porque no demais, “shade” deveria ter sido melhor traduzida como “sombras” e Grey é um apelido, que apenas se assemelha à palavra gray – cinza. Ainda na base dos possíveis “trocadilhos”, o que esse romance retrata são essencialmente as sombras que invadem e perseguem o jovem milionário Grey, vítima de um passado triste e violento. Assim, tal como na vida real, o filme é muito mais verdadeiro do que as várias  cenas de sexo, nada pornográficas, aliás.

Ao contrário de muitos que conheço, gostei dos livros (assumo, li feito louca, pois queria saber tudo logo e, por isso, virei noites na Ásia há uns dois anos atrás, para ler os três). Na verdade, preciso admitir que os três volumes poderiam ser resumidos em apenas um, caso a autora não tivesse exagerado no número de descrições de cenas de sexo. Mas por outro lado, a vida pode ser bem mais complicada do que ali descrito e, as fantasias do jovem Christian são certamente as de muitos outros homens reais, assim como as de Anastasia as de muitas mulheres verídicas. Afinal, quanto mais o tempo passa, mais claro está para mim, que o sexo feminino, em geral, sonha com o romance e o sexo oposto com o físico. Explico……

As mulheres viajam pela imaginação colorida e amorosa, enquanto os homens exercem o poder do físico, mas nem sempre do todo,  apenas daquela parte que pode ser usada para invadir!

De novo, vou explicar melhor….

Ao longo destes anos todos, o que mais ouvia enquanto atendia no consultório, em que segredos de alcova eram compartilhados por força da consulta (cirurgia/coloproctologia) foram as lamúrias tristes de muitas mulheres sobre  o quanto se sentiam abusadas dentro de seus lares.  Enfatizavam que faltava a espontaneidade do momento,  o carinho do abraço, o amor do beijo, a empatia do toque e, desta forma,  a doçura do ato que  supostamente seria de amor (ao contrário do jovem Grey que desde início avisa que isso ele não faz, ou seja, muito mais honesto desde o início) era sexo mesmo! Até mesmo, quando ao final do ato havia, por parte delas, qualquer gesto que expressasse a repulsa da invasão, o “idiota” do parceiro não percebia que estava a ser expulso. Como podem ser cegos!

Por isso pessoal, tanto o filme como os livros são muito menos verídicos do que a vida real nua e crua, independentemente de nível de escolaridade, status social, cor ou credo. Afinal,  a eterna diferença está na percepção de cada um, com exceções obviamente. E ainda bem que as há!

Nada como luz de velas, rosas, cheiro de romance no ar, som de Enrique Iglesias, champanhe do bom e morangos com chocolate e, que tal um George Clooney????  (não, não sou louca por nenhum dos exemplos, apenas alguns dos preferidos da mulherada romântica). Afinal, sonhar não custa!

 

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